Da chegada ao terreno à entrega da fachada, cada etapa da gestão passa a decidir com dado de campo publicado no mesmo dia da medição. As etapas abaixo são exemplos reais do que já entregamos, mas quem define onde a tecnologia entra são as dores de cada obra: o escopo se molda ao problema, não o contrário.
Começar pelo terreno ↓Antes de a obra começar, o terreno inteiro vira dado: muro, divisa e volumetria levantados em campo e publicados em um único espaço, com o 3D da nuvem de pontos e o 2D do DXF no mesmo referencial georreferenciado.
Com as dimensões reais na mão, decisões que costumam virar surpresa são antecipadas: divisa que não bate com a matrícula, muro do vizinho avançando sobre o lote, recuo menor do que o projeto assumiu. Tudo isso aparece agora, quando ajustar é desenho, não demolição.
Com as estacas cravadas, cada uma é levantada em campo e comparada com a posição de projeto. O relatório mostra o deslocamento de todas, com vetor de desvio, verificação automática contra a tolerância e filtro por bloco.
O que está fora aparece antes de a armação do bloco ser montada, quando a solução ainda é do projetista de fundação, não do cronograma. A conferência de 180 estacas leva duas horas de campo e o relatório sai no mesmo dia.
Durante a concretagem, o engenheiro de campo lê o nível da laje ponto a ponto sobre o CAD do pavimento, separado por betonada. O desvio aparece na tela enquanto o concreto ainda está trabalhável, quando corrigir custa um sarrafeamento, não um contrapiso extra.
Cada ponto carrega cota, betonada e posição no projeto. No fim do dia, o mapa completo da laje está publicado com escala de altura e exportação em PDF e DXF.
Cinco pavimentos medidos contra a tolerância de projeto: mapa de calor, curvas de nível e a lista do que precisa de regularização antes de o revestimento entrar, em formato ASBEA para o dossiê da obra.
Na fachada, a estação total lê os furos e insertos pelo vão entre a tela de proteção e o pano, sem parar a obra. Cada ponto executado é comparado com a posição de projeto, e o desvio aparece direto sobre a foto e o desenho da fachada.
Quando a esquadria chega ao canteiro, a resposta já existe: o que encaixa, o que precisa de ajuste e onde. O retrabalho de içar, tentar e devolver sai da equação.
Shaft fora de posição, prumada desalinhada entre pavimentos e embutido que não bate com o projeto são erros que só aparecem quando a parede já fechou. A verificação dimensional pega isso com tudo ainda exposto.
Furos de passagem, esperas, caixas e prumadas são levantados e comparados com o projeto de instalações no mesmo referencial das demais etapas, e o registro fica no as-built antes de qualquer fechamento.
Esta etapa é montada conforme a dor da obra: o escopo define quais sistemas entram e o relatório sai no mesmo padrão interativo que você viu acima.
Ver planos de acompanhamento ↓No fechamento, a obra inteira é escaneada e consolidada: nuvem de pontos navegável, DXF as-built e o histórico de todas as verificações feitas ao longo do ciclo, no mesmo referencial do projeto.
O que fica não é uma pasta de fotos, é um dossiê dimensional consultável: para a incorporadora, prova de qualidade na entrega; para a operação, a base exata de qualquer reforma ou manutenção futura.
O visualizador de nuvem de pontos da Etapa 01 é o mesmo formato entregue aqui, agora com a obra pronta dentro dele: 3D e 2D unificados, com medição direta e DXF para download.
Rever o visualizador de nuvem de pontos ↑O acompanhamento transforma tudo o que você viu acima em rotina: presença programada em campo, relatório no mesmo dia e a série histórica da obra inteira na plataforma. O escopo de cada visita segue a etapa e a dor do momento.