VDC como serviço · service as a software

Você não compra mais uma ferramenta.
Recebe o resultado medido e publicado.

Service as a software é a virada da tecnologia: em vez de vender a licença e deixar o trabalho com o cliente, quem vende entrega o resultado, com software e agentes fazendo a parte repetitiva. Na construção isso só funciona com gente no canteiro. É o nosso modelo: time de campo operando estação robótica e laser scanner, plataforma transformando cada medição em indicador, agentes no trabalho braçal e o método VDC organizando tudo.

Service as a software

Licença não mede laje.
Gente com método mede.

A construtora já tem software demais parado por falta de quem opere. No modelo de serviço, a pergunta deixa de ser "quem vai usar a ferramenta?" e passa a ser "qual resultado a obra precisa esta semana?".

Software tradicional VDC como serviço · AutoSite
O que você compra Licença por usuário O resultado: ponto locado, laje verificada, conflito apontado, relatório publicado
Quem opera A sua equipe, depois de treinada Time de campo AutoSite ou franqueado certificado, com agentes na plataforma
Onde o dado nasce Planilha preenchida à mão Medição em campo, com estação robótica e laser scanner
Quando começa a render Depois da curva de adoção Na primeira frente operada
O que fica com a construtora Arquivos presos no software do fornecedor A obra na plataforma, com acesso por obra, e o dado aberto em IFC, BCF e E57
Como se paga Licença anual, use ou não use Por diária, por obra ou por pacote mensal, conforme o ritmo da obra
Quem faz o quê

Quatro papéis,
um resultado entregue.

O serviço funciona porque cada parte faz o que faz melhor. A máquina não decide pela engenharia, e a engenharia não perde a semana convertendo arquivo.

01 · Time de campo

Mede, loca e verifica

Estação total robótica marcando a partir do modelo; laser scanner estático ou SLAM capturando o construído.

02 · Plataforma

Organiza, compara e publica

Modelo federado, nuvem, laudos, 4D e documentos da obra num endereço só, com permissão por obra.

03 · Agentes

Convertem, rodam e redigem

Revisão federada, clash por regras, laudo padronizado, vínculo do cronograma e ata da reunião.

04 · A sua equipe

Revisa, decide e executa

Recebe o indicador pronto e usa a semana para o que exige engenharia: decidir e liberar frente.

→ Veja cada funcionalidade e os agentes na página da plataforma.
O método por trás: VDC

Quatro pilares,
e como cada um vira serviço.

VDC (Virtual Design and Construction) é o método nascido em Stanford que integra modelo, processo e indicadores com objetivos claros do cliente. Não é "usar BIM". Abaixo, o método em cima; o que o serviço faz por ele, embaixo.

Pilar 01 · BIM

Modelo do produto

O que será construído, descrito com geometria e informação — não desenhos soltos, mas um modelo federado onde as disciplinas se cruzam e os conflitos aparecem antes da execução.

Na plataforma Modelos IFC federados, quantitativos por tipo e pavimento, matriz de interferências e verificação de informação (IDS) — tudo no navegador.
Pilar 02 · ICE

Engenharia concorrente

Disciplinas trabalhando ao mesmo tempo sobre a mesma informação, em vez de esperar uma terminar para a outra começar. É o "simultânea" da engenharia simultânea.

Na plataforma O ambiente comum de dados (CDE): cada arquivo com estado, revisão e responsável — todo mundo olhando a mesma versão, sem "qual é o arquivo mais novo?".
Pilar 03 · PPM

Gestão da produção

O modelo do processo: quem executa o quê, em que sequência, com qual restrição removida antes. O canteiro deixa de reagir e passa a puxar trabalho preparado.

Na plataforma O ciclo marcar → verificar rodando pavimento a pavimento, com as frentes liberadas a partir do que foi medido — e não do que foi presumido.
Pilar 04 · Métricas

Indicadores que fecham o ciclo

Sem medição, VDC vira discurso. O método exige indicadores de produção e de resultado comparados continuamente com o previsto.

Na plataforma Aqui está a nossa diferença: os indicadores nascem de estação robótica e laser scan — desvio real, planicidade real, prumo real. Dado medido, não declarado.
Como o ciclo gira

Cinco passos que rodam
junto com a obra.

Não é um serviço pontual: é um ciclo que se repete pavimento a pavimento. Cada volta alimenta o as-built e reduz o desvio da etapa seguinte.

01 · MODELAR

O projeto vira modelo

Arquitetura, estrutura e instalações federadas no mesmo referencial, com conflitos resolvidos antes do campo.

02 · MARCAR

O modelo vira ponto no chão

Estação robótica loca furos, passantes, eixos e paredes direto das coordenadas do projeto.

03 · VERIFICAR

O executado vira nuvem

Laser scan captura o que foi construído; prumo, planicidade e caminhamento comparados ao modelo.

04 · ANALISAR

A nuvem vira indicador

Desvios quantificados, quantitativos atualizados e não-conformidades classificadas na plataforma.

05 · DECIDIR

O indicador vira ação

Relatório objetivo e realidade aumentada levam a informação de volta ao canteiro, em escala 1:1.

↺ E recomeça no pavimento seguinte — cada volta é mais previsível que a anterior, porque a decisão passa a se apoiar no que foi medido na volta passada.
Ambiente comum de dados

Uma versão da verdade —
com estado, revisão e dono.

O CDE é o que torna a engenharia concorrente possível na prática. Cada documento percorre estados definidos (ISO 19650), e ninguém executa em cima de arquivo que ainda está em rascunho.

Em andamento

Trabalho em progresso

A disciplina desenvolve. Visível para a equipe da obra, mas ninguém executa a partir daqui.

Compartilhado

Liberado para revisão

As outras disciplinas conferem, cruzam com seus modelos e apontam interferências.

Publicado

Aprovado para execução

É esta versão que vai para o campo — e é dela que a estação robótica tira as coordenadas.

Arquivado

Histórico preservado

Substituído, mas nunca apagado: toda revisão anterior continua acessível para auditoria.

Nomenclatura que se corrige sozinha

  • Padrão definido por obra: cada construtora tem o seu; você configura o formato, as disciplinas e os tipos aceitos numa tela — sem depender de TI.
  • Renomeia no upload: o arquivo chega como "relatório sondagem FINAL (2).pdf" e é gravado como 1134-TOP-REL-RELATORIO-DE-SONDAGEM-R00.pdf.
  • Versiona sozinho: reenviou o mesmo documento? Vira R01, e a R00 continua lá, com autor, data e comentário da revisão.
  • Permissão por obra: leitor baixa, colaborador sobe, gestor publica — e cada pessoa só enxerga as obras a que foi vinculada.
UPLOAD NO CDE COMO VEIO relatório sondagem FINAL (2).pdf padrão da obra COMO FICOU 1134-TOP-REL- SONDAGEM-R00.pdf HISTÓRICO DE REVISÕES R01 versão atual · "corrigido furo SP-03" Renan · hoje PUBLICADO R00 primeira emissão Renan · ontem ARQUIVADO Nada é sobrescrito: cada revisão fica acessível para auditoria.
O que tem dentro

Módulos que conversam
com um login só.

Documento, modelo, medição e campo na mesma plataforma — e o acesso de cada pessoa definido por obra, não por sistema.

Como começar

Nenhuma obra vira VDC de uma vez.
Toda obra pode começar hoje.

O método escala junto com a confiança da equipe. Comece pequeno, meça o resultado, e cresça com o dado na mão.

Nível 1 · Pontual

Uma medição, uma resposta

Para conhecer o método sem mudar processo nenhum. Medimos uma frente e devolvemos a análise em dias.

  • Laudo interativo da frente medida
  • Acesso à plataforma para ver o resultado
  • Sem compromisso de recorrência

Por diária ou por laudo

Nível 2 · Rotina

O ciclo rodando toda semana

Marcar e verificar acompanhando o ritmo das lajes, com a obra publicada na plataforma.

  • CDE da obra com documentos versionados
  • Modelo federado com quantitativos
  • Indicadores de desvio a cada pavimento
  • Equipe da construtora com acesso próprio

Pacote mensal por obra

Nível 3 · Simultâneo

VDC completo em operação

Presença contínua em campo, plataforma como fonte única e realidade aumentada na rotina de qualidade.

  • Profissional dedicado à marcação e verificação
  • Plataforma com a identidade da construtora
  • RA para conferência no canteiro
  • Indicadores consolidados por obra e por período

Equipe dedicada ou carteira de obras

Na sua região, pela rede

Serviço precisa de gente perto.
Por isso ele vira rede.

O mesmo modelo é operado por franqueados: profissionais do setor que contratam a plataforma AutoSite e prestam os serviços de tecnologia na sua região, com formação, certificação e o método da rede. Para a construtora, o resultado é o mesmo; para quem opera, é um negócio próprio.

Conhecer o modelo de franquia Duas frentes: laser scanner em gestão recorrente por obra e estação robótica por diária de campo.

Qual resultado a sua obra
precisa esta semana?

Conte a frente que mais preocupa e montamos o serviço: uma medição pontual, a rotina por pavimento ou a equipe dedicada. Já é cliente? Entre com o seu usuário.