Modelo do produto
O que será construído, descrito com geometria e informação — não desenhos soltos, mas um modelo federado onde as disciplinas se cruzam e os conflitos aparecem antes da execução.
VDC — Virtual Design and Construction — é o método nascido em Stanford que organiza obra em torno de três coisas: um modelo que representa o que será construído, um processo que define como as equipes trabalham juntas, e indicadores que dizem se está funcionando. A plataforma AutoSite é esse método virando ferramenta — com uma diferença: nossos indicadores não vêm de planilha preenchida à mão, vêm de medição em campo.
O VDC não é "usar BIM". É integrar modelo, processo e organização com objetivos claros do cliente, medindo o resultado. Abaixo, o método na coluna de cima; o que a plataforma faz por ele, embaixo.
O que será construído, descrito com geometria e informação — não desenhos soltos, mas um modelo federado onde as disciplinas se cruzam e os conflitos aparecem antes da execução.
Disciplinas trabalhando ao mesmo tempo sobre a mesma informação, em vez de esperar uma terminar para a outra começar. É o "simultânea" da engenharia simultânea.
O modelo do processo: quem executa o quê, em que sequência, com qual restrição removida antes. O canteiro deixa de reagir e passa a puxar trabalho preparado.
Sem medição, VDC vira discurso. O método exige indicadores de produção e de resultado comparados continuamente com o previsto.
Não é um serviço pontual: é um ciclo que se repete pavimento a pavimento. Cada volta alimenta o as-built e reduz o desvio da etapa seguinte.
Arquitetura, estrutura e instalações federadas no mesmo referencial, com conflitos resolvidos antes do campo.
Estação robótica loca furos, passantes, eixos e paredes direto das coordenadas do projeto.
Laser scan captura o que foi construído; prumo, planicidade e caminhamento comparados ao modelo.
Desvios quantificados, quantitativos atualizados e não-conformidades classificadas na plataforma.
Relatório objetivo e realidade aumentada levam a informação de volta ao canteiro, em escala 1:1.
O CDE é o que torna a engenharia concorrente possível na prática. Cada documento percorre estados definidos (ISO 19650), e ninguém executa em cima de arquivo que ainda está em rascunho.
A disciplina desenvolve. Visível para a equipe da obra, mas ninguém executa a partir daqui.
As outras disciplinas conferem, cruzam com seus modelos e apontam interferências.
É esta versão que vai para o campo — e é dela que a estação robótica tira as coordenadas.
Substituído, mas nunca apagado: toda revisão anterior continua acessível para auditoria.
1134-TOP-REL-RELATORIO-DE-SONDAGEM-R00.pdf.Documento, modelo, medição e campo na mesma plataforma — e o acesso de cada pessoa definido por obra, não por sistema.
Arquivos com nomenclatura automática, versionamento e os estados do fluxo de aprovação.
Ver como funciona →Modelos federados no navegador, quantitativos com cross-filter, clash entre disciplinas e export para Excel.
Conhecer o BIM Hub →Estacas, contenção, planicidade, fachada, divisa — cada medição vira laudo interativo na obra certa.
Ver o catálogo →O desvio medido projetado na estrutura real, em escala 1:1, no celular de quem executa.
Ver a RA →Leitor, colaborador ou gestor — por obra. Cada empresa enxerga apenas o que é dela.
Solicitar acesso →O arquivo entra na fila e volta como laudo padronizado — automação onde ela é confiável.
Entender o fluxo →O método escala junto com a confiança da equipe. Comece pequeno, meça o resultado, e cresça com o dado na mão.
Para conhecer o método sem mudar processo nenhum. Medimos uma frente e devolvemos a análise em dias.
Marcar e verificar acompanhando o ritmo das lajes, com a obra publicada na plataforma.
Presença contínua em campo, plataforma como fonte única e realidade aumentada na rotina de qualidade.
Entre com o seu usuário para abrir os documentos, os modelos 3D e as análises da sua obra. Ainda não tem acesso? Fale com a gente que criamos o seu.